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Comunidade Evangélica Entre as Nações
 

O MINISTÉRIO PASTORAL NA CEEN

Introdução

Como pastor da CEEN e conhecedor de sua origem e história, passo a discorrer sobre a constituição do ministério pastoral desta igreja e sobre os valores bíblicos que foram adotados para este mister. É claro que o entendimento que temos hoje decorreu de uma progressiva experiência acumulada desde o tempo inicial de nosso chamado na Igreja Cristã Maranata-ICM, mas que exigia ajustes para que este projeto pudesse ser desenvolvido, livre dos procedimentos que consideramos prejudiciais ao desenvolvimento de todo o potencial de um ministério pastoral.

Hoje, com muita clareza, reconhecemos a importância e o valor do ministério pastoral, bem como os valores que a ele devem estar jungidos como princípios inarredáveis. Foram esses valores que nortearam a confirmação dos primeiros pastores desta igreja. E, uma vez que o referencial para uma liderança ungida por Deus, responsável, eficaz e saudável foi abraçado pelos primeiros pastores, não se pode esperar menos daquele que almeja o episcopado ou que aguarda o momento de ser confirmado em sua vocação para o ministério pastoral nesta Comunidade.

O pior já passou

Neste momento, a Comunidade Evangélica Entre as Nações conta com a cooperação de 9 pastores. Nenhum deles chegou pronto para assumir um ministério tão difícil como é este.

Por que?

Porque não é fácil iniciar uma igreja partindo do ponto zero contando apenas com o apoio de Deus e de mais ninguém – sem tradição, sem alianças com convenções, sem templo, sem nome, sem placa, sem púlpito, sem bancos, sem instrumentos, sem coletâneas, sem apostilas, sem seminários, sem dinheiro... sem membros... sem honrarias humanas.

Seria tranqüilo iniciar um ministério em uma igreja com uma estrutura pronta e acabada. Seria fácil iniciar um ministério em uma igreja repleta de membros dispostos ao trabalho. Seria suave iniciar um ministério contando com o apoio de um grupo de pessoas já experimentadas e cada uma realizando sua tarefa dentro de limites pré-estabelecidos. Seria descomplicado iniciar um ministério herdando uma autoridade imposta pela estrutura eclesiástica, sem que fosse necessário conquistá-la pela busca, humilhação, choro, entrega e exercício de uma liderança desenvolvida sob o fundamento do amor.

Os primeiros pastores da CEEN

Haja coragem para assumir um ministério como este em seu início. Não foi sem razão que nos primeiros anos muitos olharam de fora e riram, zombaram. Muitos não acreditaram. Muitos subestimaram. Muitos brincaram de adivinhar o tempo de duração deste projeto.

Ao longo deste percurso alguns se aproximaram pensando que seria fácil – voltaram para trás. Alguns pensaram que haveria conivência com o pecado – se retiraram. Alguns acreditaram que títulos fariam as ovelhas os segui-los – já se foram.

Hoje, o riso dos zombadores está cessando. Os descrentes arregalam seus olhos. Não há mais quem vislumbre a interrupção dessa fonte. A autoridade foi conquistada pela graça, pelo amor e pelo trabalho silencioso, humilde e incansável. O respeito e o reconhecimento estão despontando. Louvado seja o nosso Deus!

Agora, os dedos conseguem se desapegar da espada. Não para descansar, pois a guerra continua. Mas, para pensar nas estratégias para a batalha de amanhã, já que ainda há muita terra a conquistar.

A liderança na CEEN

O que se espera de um pastor da CEEN?

Relacionamento e confiança

Essa é uma habilidade indispensável e que nos foi ensinada pelo nosso fundador. Esse tópico merece uma ilustração comparativa com os tempos do Rei Davi.  Os primeiros homens, que chegaram no tempo da vergonha, viveram em cavernas e sob a liderança de um homem procedente da casa de Saul. O exército não era bem aparelhado como o de Saul, mas tinha uma liderança invejável. Davi estava pessoalmente envolvido na guerra. Nosso líder está no front da batalha juntamente com seus mais destemidos soldados – não fica de longe dando ordens. Ninguém o segue por obrigação ou constrangimento. Seus seguidores são todos homens livres, mas comprometidos com os mesmos propósitos.

A chave da liderança é estar envolvido pessoalmente na mesma luta que os soldados, dando exemplo e construindo relacionamentos. Todas as boas intenções do mundo não significam coisa alguma se não forem acompanhadas por nossas ações – nossos exemplos. E qual é o ingrediente mais importante num relacionamento bem-sucedido? A confiança – se eu falhar, não serei descartado ou abandonado no campo de batalha. Confiança é a cola que gruda os relacionamentos.

Jesus é o exemplo. O mestre possuía muita influência (autoridade) para conduzir seus discípulos, mas nunca forçou ou coagiu ninguém a segui-lo. Certa vez, perguntou aos discípulos se algum deles queria se retirar – eram livres. Mas, como deixá-lo? Suas palavras eram inigualáveis? Seus exemplos, incontestáveis: amor, respeito, paciência, bondade, humildade, abnegação, perdão, honestidade e compromisso.

Um ministério livre também deve ter essas características.

Eis, portanto, o tipo de liderança que a CEEN está construindo. Uma liderança forte, cuja força está no amor, no perdão, no respeito e na segurança. Uma liderança que compreende que erros acontecem. E se acontecerem, as pessoas não precisam ter medo de ser advertidas de forma ríspida, grosseira ou de modo vexatório e público. Sabemos que, em princípio, um servo de Deus não erra porque quer errar, mas por ignorância ou porque é falho e imperfeito em sua própria essência. Por isso, o Senhor valorou tanto o amor e o perdão!

Bondade

Os ministérios devem estar conscientes de que a distância que iremos caminhar nesta vida dependerá da nossa ternura com os jovens, da compaixão com os idosos, da compreensão com aqueles que lutam, da tolerância com os fracos e com os fortes. Porque algum dia na vida você já foi, já é, ou vai ser um destes.

Humildade

Não é compreensível que um pastor seja arrogante, soberbo e egoísta. Um líder humilde é aquele que pensa menos a respeito de si mesmo. Queremos que nossos líderes sejam autênticos e verdadeiros com as pessoas, sem dissimulação. Não precisamos de líderes inchados de orgulho e fixados em si mesmos. Os líderes arrogantes que acham que sabem tudo são um estrago para muitas pessoas. Essa arrogância também é uma pretensão desonesta, porque ninguém sabe tudo ou tem tudo. Precisamos uns dos outros, mas os arrogantes e orgulhosos fingem que não precisam.  Ser humilde é ser real e autêntico com as pessoas e descartar as máscaras.

Respeito

Um líder deve, também, ser respeitoso, ou seja, tratar as pessoas considerando que todas são importantes para Deus. Ninguém é desprezível aos olhos do Criador. Portanto, além do modo de falar, da atenção dispensada igualmente a todos, não se pode imaginar um pastor que não cumpre com os compromissos assumidos para com as pessoas.

Abnegação

A abnegação é inevitavelmente uma característica de um pastor de verdade. Este, satisfaz as necessidades dos outros antes das suas. Só é preciso esclarecer que satisfazer necessidades não se confunde com satisfazer vontades. Se dermos às pessoas o que elas legitimamente precisam para seu bem estar espiritual, mental ou físico, não devemos pensar que a estamos mimando. Mas, para suprir as necessidades das pessoas, o líder deve escolher se deseja ou não se dedicar a elas. O pastor possuidor da verdadeira autoridade é aquele que aprendeu a doar-se, amar, servir e até sacrificar-se pelos outros. O exemplo foi dado por Jesus. É só segui-lo.

Honestidade

A honestidade, também, é uma característica imprescindível ao pastor. As ovelhas não podem estar enganadas a respeito de nada. Conduzir com base no engano é manter alicerces na mentira e isso é próprio do Diabo e não de Jesus, que é a verdade. Omitir informações ou esconder pedaços da verdade podem ser considerados “pequenas mentiras”, socialmente aceitáveis, mas ainda sim são mentiras e, por isso, inaceitáveis em um ministério pastoral. A honestidade implica esclarecer as expectativas das pessoas, tornando-as responsáveis, dispondo-se a transmitir tanto as más notícias quanto as boas, dando às pessoas um retorno, sendo firme, previsível e justo. Em suma, nosso comportamento deve ser isento de engano e dedicado à verdade a todo custo. E isso vale dentro e fora da igreja, ou seja, em todos os negócios desenvolvidos pelo pastor.

Compromisso

Não há que se falar em ministério pastoral sem compromisso. Como autoridade é um princípio espiritual, há um elo entre as pessoas e entre as pessoas e Deus. O pastor deve, como líder, estar comprometido, atendendo aos compromissos assumidos, tanto com o escalão de baixo como com o de cima. Se assim não for, provavelmente o pastor abandonará o ministério.

Compromisso, infelizmente, não é uma palavra popular nos dias de hoje. É comum observarmos como a irresponsabilidade parece ser facilmente justificável. Quando não se quer o bebê, aborta-se. Quando não se quer mais o cônjuge, separa-se. Tudo parece descartável. Mas a nossa responsabilidade do pastor com as ovelhas, com seus líderes e com Deus deve ser algo mais estável. O verdadeiro caráter de um líder se revela quando ele tem que se doar aos agressivos e arrogantes, quando ele é colocado à prova e tem que amar as pessoas com as quais tem pouca afinidade natural. É nessas horas que se descobre a espécie de líder que o pastor é.

Não manipulador

O que dizer da manipulação? Repugnamos a manipulação. Por definição, manipulação é influenciar pessoas para benefício pessoal. O que se espera é o benefício mútuo, ou seja, todo o trabalho desenvolvido deve estar pautado em um benefício comum, onde todos ganham – a obra de Deus se desenvolve e vidas são salvas ao mesmo tempo em que todos os trabalhadores são edificados e supridos em suas necessidades -  “não atarás a boca do boi quando debulha” (Dt 25:4)

Correção e disciplina na CEEN

Questão não menos importante é tecer alguns comentários sobre como se deve exercer a disciplina com amor e respeito para que a ordem seja mantida sem que as pessoas sejam perdidas. E disso, falarei com propriedade, uma vez que minha experiência original é carregada de exemplos de como não se deve exercer a disciplina.

Após falar de amor, bondade, perdão, humildade, compromisso responsabilidade, abnegação, honestidade e respeito, é preciso esclarecer que a correção e a disciplina não podem estar desconectadas desses valores.

Primeiramente, é preciso afirmar que repreender uma pessoa publicamente significa envergonhá-la perante seus amigos. E quando se humilha alguém em público, a liderança não sai ilesa. Há um prejuízo para a liderança diante de todos aqueles que presenciaram o fato, porque “chicotadas” em público são constrangedoras e horríveis de se presenciar, e as pessoas se perguntam: “quando será a minha vez?”

Neste sentido, uma das formas mais eficientes de fazer perder o bom nível dos relacionamentos é repreender alguém publicamente, pois isso afeta o alto conceito que a pessoa tem de si mesma. E é exatamente por isso que devemos ser muito cuidadosos ao realizarmos os ajustes que se fizerem necessários, pois o custo de uma ação mal sucedida é muito alto. A confiança construída durante anos pode ser perdida em um instante por uma simples indiscrição.

Por isso, toda disciplina, deve estar associada aos valores aqui tratados e nunca deve ser exercida de modo a humilhar as pessoas.

A liberdade dos ministérios

Estamos seguros de que os ministérios são concedidos por Deus àqueles que Ele mesmo vocacionou e chamou. Por isso, não podemos desconsiderar os diferentes talentos concedidos aos homens, cada qual segundo a sua particular capacidade. Não podemos exigir que alguém dê o que não pode dar, mas nossa função é estimular que todos possam produzir segundo a sua própria capacidade, sem omissão.

Partindo do princípio que Deus distribuiu dons e talentos aos homens, não podemos criar uma cerca que impeça o desenvolvimento dessas habilidades. O exemplo abaixo é apenas para ilustrar o que pode acontecer com um pastor impedido de exercer seu ministério plenamente.

Ilustração

Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?

- Claro! O que está incomodando o meu filhote?

- Por que os camelos têm corcova?

- Bem, meu filhinho, nos somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

- Filho, certamente elas são assim parta permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! - disse a mãe, toda orgulhosa.

- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - disse a mãe com orgulho nos olhos.

- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.... Misericórdia! Então que estamos fazendo aqui no Zoológico?

Ora, vocação, habilidade, conhecimento, capacidade e experiência são úteis se você estiver no lugar certo. Há muitas pessoas que nunca poderão desenvolver seus talentos porque sua liderança não sabe aproveitar seus potenciais.

Na CEEN os pastores devem ser livres para desenvolverem seus ministérios, dons e talentos. A liderança da CEEN apenas estabelece diretrizes, valores, princípios e fornece material de apoio e sugestão de estrutura, o que pode ser utilizado com total liberdade. Não há formato de culto pré-definido, pois cada pastor deve desenvolver sua própria visão espiritual considerando o local em que foi plantado. O pastor deve assumir seu ministério com responsabilidade e colocar-se na posição espiritual que Deus lhe tem dado. Não pode ser colocado em um “zoológico espiritual”.

Como líderes, temos que fornecer todas as condições ao pastor que inicia seu ministério, mas são eles mesmos que devem fazer suas próprias escolhas. Não podemos fazer as plantas de um jardim crescerem, mas podemos fornecer a elas o ambiente adequado ao seu desenvolvimento – água, adubo, calcário, proteção do sol etc. É isso que fazemos – damos ao pastor as condições adequadas para que o seu ministério seja próspero.

Prestação de contas

Quanto àqueles que preferem continuar no “zoológico” espiritual, estes devem se lembrar que o Senhor um dia pedirá contas dos talentos que foram distribuídos. Essa culpa não queremos sobre nós quando nosso Senhor voltar.

Infelizmente, há muitas pessoas habilidosas (cheias de talentos) que não podem desenvolver seus ministérios porque estão presas por cercas virtuais. Na verdade as cercas não existem e elas às vezes desconfiam disso, mas sentem muito medo delas existirem de fato. Há, então, uma escolha a ser feita. Romper ou permanecer. É uma insanidade continuar a fazer o que sempre se fez desejando obter resultados diferentes. Se não rompemos, continuamos no “zoológico” espiritual.

A escolha de cada um

Na vida, há apenas duas coisas que ninguém escapa: da morte e das escolhas. A primeira dispensa comentários. A segunda, admite uma observação: ficar inerte, quietinho e não fazer nada é uma escolha. Ou seja, não fazer uma escolha é uma escolha.

O pastor que opta pelo exercício de seu ministério em sua plenitude, a fim de devolver ao Senhor os talentos devidamente multiplicados, de acordo com sua capacidade, precisa fazer muitas escolhas e sacrifícios. Para isso, é preciso muita coragem. Mas, que isto fique claro: ninguém é pastor por obrigação.

A coragem para o exercício de um ministério livre

Certa vez um pastor, que estava sentado ao meu lado em um seminário, perguntou-me, durante uma aula de conteúdo “extra-bíblico”, a razão pela qual nós aceitávamos aquilo sem questionar. Minha resposta foi: “porque somos covardes”. Minha própria resposta passou a me incomodar cada vez mais, pois eu sabia o que tinha que fazer, mas o medo me imobilizava.

Reuni, então, as forças que eu tinha em mim e superei o medo. É isso mesmo! A coragem não elimina o medo, mas nos faz superá-lo. E foi isso que um dia permitiu que eu passasse pela cerca virtual que me rodeava e me lançasse em um projeto imensamente mais difícil de ser realizado – enfrentei, então, o meu deserto.

Essa experiência é o que me permite, hoje, na CEEN, fazer a opção pelo ministério livre, onde o pastor pode desenvolver seus talentos.

Saiba mais sobre esse assunto lendo o artigo “Você tem talento!”, disponível no site.

O pastor pode perder seu ministério?

Do mesmo modo que um filho nunca deixa de ser filho, o pastor nunca mais deixará de ser pastor. O filho pode sair da casa do pai e ficar distante e fora da influência paterna, tal qual fez o filho pródigo, mas nem por isso deixa de ser filho.

De igual maneira, o pastor pode até se afastar do exercício ministerial que lhe fora concedido, mas não deixará de ser pastor. Quem nos assegura isso é o próprio Deus:

“porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis.” (Romanos 11:29 RA)

Entretanto, todo vocacionado deve se lembrar que um dia terá que prestar contas daquilo que fez com os talentos que recebeu.

Portanto, o homem vocacionado ao ministério pode:

a)    não exercê-lo, enterrando seu talento;

b)    exercê-lo em proveito próprio (manipulação);

c)    aplicar mal seu talento, ser descuidado e não exercer seu ministério com diligência, até mesmo admitindo o pecado em sua vida;

d)    exercê-lo de modo limitado, deixando-se restringir e, assim, não produzindo segundo a sua capacidade; ou

e)    desenvolver ao máximo o seu talento e um dia dizer: “...Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.” (Mt 25:20) e ouvir do Senhor a seguinte frase: “...Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.” (Mt 25:21)

Concluindo, o pastor pode deixar de exercer seu ministério, mas a unção seguirá com ele por toda a vida, para o seu favor ou para a sua própria condenação.

Por isso, mesmo que um pastor tenha falhado em seu ministério, é melhor que ele se arrependa e volte a produzir frutos dignos de arrependimento, tornando a desenvolver sua função pastoral de onde parou, uma vez que sua unção, seu talento e vocação, permanecem em sua vida e disto um dia lhe será pedido contas.

Creio que é melhor ser um pastor arrependido que volta a trabalhar, apesar das dificuldades que possa enfrentar, do que um pastor improdutivo e infrutífero.

É hora de despertar!

“ Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” (Efésios 5:14 RA)

O chamado é de Deus! Levante-se! Busque seu lugar! Conte conosco!

E, querendo participar deste Projeto, basta manifestar sua disponibilidade no "fale com o pastor", na seção “interatividade”.

"Sê tu uma bênção!"


 





"Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais,
não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma." (Eclesiastes 9:10 RA)